quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Projetos Da Dupla Gre-Nal Serão Votados Segunda-Feira
Os vereadores da Câmara Municipal de Porto Alegre voltam a se reunir na próxima segunda-feira (29/12). Às 10h, preparam a posse dos novos vereadores e da nova Mesa Diretora, que ocorre no dia 1º de janeiro. Às 11h, os líderes partidários definem detalhes da nova Mesa Diretora. À tarde, às 14h, acontece a sessão ordinária para votação dos projetos de lei que envolvem o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e o Sport Club Internacional.
Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre
Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Legislativo Busca Consenso Sobre Projeto Da Arena
O presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Sebastião Melo (PMDB), confirmou, nesta segunda-feira (22/12) pela manhã, que o Legislativo deverá votar na próxima segunda-feira (29/12) o Projeto de Lei Complementar do Executivo que define o regime urbanístico do Projeto Arena - empreendimento a ser construído pelo Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense no Bairro Humaitá - e altera o regime urbanístico que envolve o atual terreno onde se localiza o Estádio Olímpico.
Melo sugeriu, ao final da reunião desta segunda-feira com o secretário municipal do Planejamento, José Fortunati, representantes da empreiteira OAS, dirigentes do Grêmio e técnicos da Prefeitura de Porto Alegre, que as partes envolvidas no processo estejam reunidas durante a manhã do dia 29, na Sala da Presidência, para dirimir possíveis dúvidas ainda existentes que impeçam a aprovação do projeto por consenso.
No mesmo dia 29, também deverão ser votados os projetos que tratam das reformas do Complexo Beira-Rio e da área do Pontal do Estaleiro. “Houve avanços no debate, esclarecemos várias dúvidas. A Câmara está avaliando mudanças urbanísticas que geram polêmica, mas o condutor desse processo é o Executivo”, disse Melo. Os possíveis problemas viários na Azenha, decorrentes das mudanças previstas no projeto, foram os principais temas discutidos na reunião.
O líder do PT, vereador Carlos Comassetto, sugeriu que as mudanças previstas pelo projeto sejam debatidas e implementadas a partir de uma Operação Concertada e do encaminhamento, pelo Executivo, de medidas mitigadoras para os impactos do empreendimento. Os técnicos da Prefeitura, no entanto, alegam que uma Operação Concertada inviabilizaria o cumprimento do prazo imposto pelo Federação Internacional de Futebol Association (Fifa) – 15 de janeiro de 2009 – para que Porto Alegre se credencie a sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014. “O projeto de lei enviado pelo Executivo tem outra concepção”, disse o arquiteto Newton Baggio, da Secretaria Municipal do Planejamento.
O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luis Afonso Senna, concordou com os vereadores de que seria muito difícil realizar a duplicação da Avenida Azenha, sugerida pela EPTC, e aceitou estudar a viabilidade de reincluir o gravame de um binário na Avenida Florianópolis, no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA), abrindo acesso àquela via e implementando mão única para o fluxo de veículos na Azenha. Para Baggio, é possível resgatar o traçado original da Florianópolis “para resolver o gargalo na Azenha”. Para isso, explica, serão necessários estudos sobre os impactos da obra. Os técnicos da Prefeitura também prevêem a ligação da Rua Gastão Mazeron ao Bairro Cristal através das Vilas Tronco e Cruzeiro.
A representante da construtora OAS, Marilu Maraschin, ressaltou que alguns prazos previstos no projeto de lei do Executivo, considerados muito exíguos, terão de ser alterados por emendas. Ela considerou possível a inclusão de emendas ao projeto que prevejam estudos sobre alternativas para a circulação na região dos empreendimentos. “O projeto de mudanças na Azenha só pode se iniciar daqui a seis anos”, disse ela.
Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre
Melo sugeriu, ao final da reunião desta segunda-feira com o secretário municipal do Planejamento, José Fortunati, representantes da empreiteira OAS, dirigentes do Grêmio e técnicos da Prefeitura de Porto Alegre, que as partes envolvidas no processo estejam reunidas durante a manhã do dia 29, na Sala da Presidência, para dirimir possíveis dúvidas ainda existentes que impeçam a aprovação do projeto por consenso.
No mesmo dia 29, também deverão ser votados os projetos que tratam das reformas do Complexo Beira-Rio e da área do Pontal do Estaleiro. “Houve avanços no debate, esclarecemos várias dúvidas. A Câmara está avaliando mudanças urbanísticas que geram polêmica, mas o condutor desse processo é o Executivo”, disse Melo. Os possíveis problemas viários na Azenha, decorrentes das mudanças previstas no projeto, foram os principais temas discutidos na reunião.
O líder do PT, vereador Carlos Comassetto, sugeriu que as mudanças previstas pelo projeto sejam debatidas e implementadas a partir de uma Operação Concertada e do encaminhamento, pelo Executivo, de medidas mitigadoras para os impactos do empreendimento. Os técnicos da Prefeitura, no entanto, alegam que uma Operação Concertada inviabilizaria o cumprimento do prazo imposto pelo Federação Internacional de Futebol Association (Fifa) – 15 de janeiro de 2009 – para que Porto Alegre se credencie a sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014. “O projeto de lei enviado pelo Executivo tem outra concepção”, disse o arquiteto Newton Baggio, da Secretaria Municipal do Planejamento.
O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luis Afonso Senna, concordou com os vereadores de que seria muito difícil realizar a duplicação da Avenida Azenha, sugerida pela EPTC, e aceitou estudar a viabilidade de reincluir o gravame de um binário na Avenida Florianópolis, no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA), abrindo acesso àquela via e implementando mão única para o fluxo de veículos na Azenha. Para Baggio, é possível resgatar o traçado original da Florianópolis “para resolver o gargalo na Azenha”. Para isso, explica, serão necessários estudos sobre os impactos da obra. Os técnicos da Prefeitura também prevêem a ligação da Rua Gastão Mazeron ao Bairro Cristal através das Vilas Tronco e Cruzeiro.
A representante da construtora OAS, Marilu Maraschin, ressaltou que alguns prazos previstos no projeto de lei do Executivo, considerados muito exíguos, terão de ser alterados por emendas. Ela considerou possível a inclusão de emendas ao projeto que prevejam estudos sobre alternativas para a circulação na região dos empreendimentos. “O projeto de mudanças na Azenha só pode se iniciar daqui a seis anos”, disse ela.
Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre
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Construção Da Arena Assusta Sócios Do Grêmio
A assinatura do contrato para a construção da Arena do Grêmio aumentou o temor dos proprietários de títulos patrimoniais. Eles não têm certeza de que seus direitos serão preservados a partir da entrega da nova casa do clube, em 2012.
Segundo a Associação dos Gremistas Patrimoniais (AGP), nem mesmo o livre acesso à Arena estará assegurado, como ocorre hoje. Pelo entendimento da AGP, a entrada só será franqueada caso o Grêmio comprove ter repassado à OAS o valor referente ao ingresso do associado.
– A simples apresentação da carteirinha de sócio não bastará – diz Antônio Carlos Azambuja, assessor jurídico da AGP.
Azambuja acredita que os 162 proprietários de cadeiras perpétuas terão os direitos repassados à Arena.
Fonte: ClicRBS
Segundo a Associação dos Gremistas Patrimoniais (AGP), nem mesmo o livre acesso à Arena estará assegurado, como ocorre hoje. Pelo entendimento da AGP, a entrada só será franqueada caso o Grêmio comprove ter repassado à OAS o valor referente ao ingresso do associado.
– A simples apresentação da carteirinha de sócio não bastará – diz Antônio Carlos Azambuja, assessor jurídico da AGP.
Azambuja acredita que os 162 proprietários de cadeiras perpétuas terão os direitos repassados à Arena.
Fonte: ClicRBS
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sábado, 20 de dezembro de 2008
Modificações Na Azenha Polemizam Discussão Sobre Projeto Da Arena
As possíveis modificações das características do bairro Azenha, bem como os impactos que poderão causar sobre a cidade, polemizaram a discussão sobre o Projeto Arena na última sexta-feira na Câmara Municipal. Em reunião coordenada pelo presidente da Câmara, vereador Sebastião Melo (PMDB), vereadores discutiram o projeto do Executivo com o secretário municipal do Planejamento, José Fortunati, representantes da empreiteira OAS, dirigentes do Grêmio e técnicos da Prefeitura de Porto Alegre.
Os vereadores do PT haviam solicitado a reunião para tentar chegar a um acordo para a votação, prevista para o próximo dia 29, do Projeto de Lei Complementar do Executivo que define o regime urbanístico do Projeto Arena - empreendimento a ser construído pelo Grêmio no bairro Humaitá - e altera o regime urbanístico que envolve o atual terreno onde se localiza o Estádio Olímpico.
Em troca da construção da Arena Multiuso, o Grêmio deverá ceder a área do Estádio Olímpico à OAS – que demolirá o estádio para dar lugar a um empreendimento imobiliário naquele local. Como os vereadores do PT ainda têm restrições ao projeto apresentado pelo Executivo, uma nova reunião sobre o tema ficou agendada para a próxima segunda-feira, às 9h30min, na sala da presidência.
A vereadora Sofia Cavedon (PT) ponderou que os vereadores precisam refletir sobre os possíveis desgastes à Câmara Municipal, se o projeto do Executivo for aprovado sem alterações. Afirmando que há disposição da bancada petista para um acordo que permita a votação da proposta, ela questionou o prazo exíguo para discutir o projeto e as ponderações feitas pelo seu partido.
Lembrando que a vereadora Margarete Moraes (PT) apresentou um substitutivo ao projeto do Executivo, em nome do PT, Sofia Cavedon ressaltou que o ponto mais delicado do projeto diz respeito às alterações propostas para a Azenha, onde está situado o Olímpico, devido aos impactos de vizinhança e sobre o trânsito de veículos e às possíveis modificações das atuais características da região.
"Precisamos antecipar esses impactos no entorno antes de votarmos o projeto de modo a evitarmos novo conflito na cidade."
A vereadora questionou ainda o índice construtivo de 1,9 para a região, proposto pelo projeto, e lembrou que o substitutivo apresentado pelo PT propõe redução para 1,3. Ela também entende que a altura de 72 metros para as edificações, definido pelo projeto, extrapola os 52 metros estabelecidos pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA).
- Projetos casados
O vice-presidente Eduardo Antonini disse que o Grêmio necessita construir novo estádio e que o "único ativo" que o clube dispõe para viabilizar o empreendimento é o Estádio Olímpico.
"São projetos casados. O Grêmio entrega o Olímpico para a OAS e recebe a Arena Multiuso construída."
Ele alertou, no entanto, que o empreendimento só se tornará viável se a OAS souber quanto terá de investir e se os prazos exigidos pela Fifa forem cumpridos.
"Para sediar a Copa de 2014, é preciso apresentar o contrato assinado até o dia 15 de janeiro."
Antonini lembrou ainda que a área no Humaitá, escolhida para a construção da Arena, foi sugerida ao Grêmio pela Prefeitura.
"Com o projeto, haverá uma diminuição do atual fluxo de veículos e de pessoas na Azenha."
O dirigente gremista também afirmou que as lojas projetadas para o novo empreendimento serão abertas para a rua, mantendo as atuais características do bairro. Informou ainda que Grêmio e OAS assinaram nesta sexta-feira o projeto da nova Arena, o que elimina qualquer dúvida sobre a opção do clube pela construção de um novo estádio ou, ao invés da reforma do Olímpico.
"Por isso, é importante viabilizá-lo financeiramente."
- Compensações
Para o líder do PT, vereador Carlos Comassetto, é possível viabilizar a aprovação do projeto e a estratégia para que Porto Alegre sedie os jogos da Copa do Mundo de 2014. Ele ponderou, no entanto, que o projeto do Executivo chegou à Câmara no dia 3 de novembro, precisando ainda ser melhor discutido.
"A polêmica estabelecida pelo debate impõe cautela. É preciso avaliar os impactos sobre a mobilidade urbana e a infra-estrutura existente no Bairro, a partir das modificações propostas."
O vereador Adeli Sell (PT) sugeriu que seja elaborada uma carta-compromisso elencando as mitigações e compensações para os impactos que o empreendimento deverá causar para a região.
"Sei que esse tipo de proposta não é comum, mas nos ajudaria bastante para chegarmos a um acordo."
Segundo Comassetto, há mais facilidades para se discutir os índices construtivos do Humaitá do que os do Bairro Azenha.
"Além de medidas mitigadoras para os impactos, são necessárias medidas compensatórias."
O vereador apontou ainda possível contradição entre o índice de ocupação de 90% do território, apresentado no projeto, e as áreas verdes projetadas na planta.
"O empreendimento deixou de ter característica mista (residencial e comercial)."
O secretário José Fortunati afirmou que o Executivo não abre mão de medidas mitigadoras para diminuir os impactos causados pelo empreendimento, mas destacou a importância dos projetos que viabilizam os jogos da Copa 2014 na Capital.
Segundo Fortunati, o Executivo buscou uma fórmula em que o Poder Público viabilize os empreendimentos sem a necessidade de aporte de recursos públicos. O secretário ressaltou, no entanto, que é impossível "fatiar" o projeto, pois os estudos sobre as duas áreas (Humaitá e Azenha) foram feitos em conjunto.
"O Executivo apresentou projeto diferente do original, baixando índices construtivos e volumetria inicialmente propostos. O acordo a que chegamos com os empreendedores é razoável."
- Índices
As medidas mitigadoras, segundo ele, só serão apresentadas em uma segunda etapa, com o licenciamento ambiental.
"Agora, estamos discutindo índice construtivo e volumetria. A altura das construções definida pelo Plano Diretor não é um dogma a ser seguido, apenas uma referência. Os 72 metros propostos são adequados, segundo os técnicos da Prefeitura."
Fortunati assegurou que a Concepa terá obrigação em fazer a ligação da Freeway com o acesso à Arena.
A representante da construtora da OAS, Marilu Maraschin, disse que o empreendimento envolve área total de 8,4 hectares e destacou que houve redução de 42 mil metros destinados a lojas, no projeto original, para 2 mil metros no projeto do Executivo.
"A área residencial aumentou 95%."
Da mesma forma, segundo ela, houve redução de 240 mil metros quadrados para 160 mil metros quadrados da área computável, mas esse medida pode dobrar com a inclusão de áreas não adensáveis e estacionamentos.
"Está prevista ainda uma área de convivência correspondente a 20% da área total."
Os técnicos da Prefeitura também explicaram que a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apontou a necessidade de realizar a duplicação das Avenidas Azenha e José de Alencar e o alargamento da Rua Gastão Mazeron, no Bbairro Azenha.
Os vereadores petistas, no entanto, consideraram inviável a duplicação da Azenha pela retirada da calçada que divide a avenida. Como alternativa, os técnicos da Prefeitura propõem a inserção, no PDDUA, de um binário na Rua Florianópolis.
Fonte: Final Sports
Os vereadores do PT haviam solicitado a reunião para tentar chegar a um acordo para a votação, prevista para o próximo dia 29, do Projeto de Lei Complementar do Executivo que define o regime urbanístico do Projeto Arena - empreendimento a ser construído pelo Grêmio no bairro Humaitá - e altera o regime urbanístico que envolve o atual terreno onde se localiza o Estádio Olímpico.
Em troca da construção da Arena Multiuso, o Grêmio deverá ceder a área do Estádio Olímpico à OAS – que demolirá o estádio para dar lugar a um empreendimento imobiliário naquele local. Como os vereadores do PT ainda têm restrições ao projeto apresentado pelo Executivo, uma nova reunião sobre o tema ficou agendada para a próxima segunda-feira, às 9h30min, na sala da presidência.
A vereadora Sofia Cavedon (PT) ponderou que os vereadores precisam refletir sobre os possíveis desgastes à Câmara Municipal, se o projeto do Executivo for aprovado sem alterações. Afirmando que há disposição da bancada petista para um acordo que permita a votação da proposta, ela questionou o prazo exíguo para discutir o projeto e as ponderações feitas pelo seu partido.
Lembrando que a vereadora Margarete Moraes (PT) apresentou um substitutivo ao projeto do Executivo, em nome do PT, Sofia Cavedon ressaltou que o ponto mais delicado do projeto diz respeito às alterações propostas para a Azenha, onde está situado o Olímpico, devido aos impactos de vizinhança e sobre o trânsito de veículos e às possíveis modificações das atuais características da região.
"Precisamos antecipar esses impactos no entorno antes de votarmos o projeto de modo a evitarmos novo conflito na cidade."
A vereadora questionou ainda o índice construtivo de 1,9 para a região, proposto pelo projeto, e lembrou que o substitutivo apresentado pelo PT propõe redução para 1,3. Ela também entende que a altura de 72 metros para as edificações, definido pelo projeto, extrapola os 52 metros estabelecidos pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA).
- Projetos casados
O vice-presidente Eduardo Antonini disse que o Grêmio necessita construir novo estádio e que o "único ativo" que o clube dispõe para viabilizar o empreendimento é o Estádio Olímpico.
"São projetos casados. O Grêmio entrega o Olímpico para a OAS e recebe a Arena Multiuso construída."
Ele alertou, no entanto, que o empreendimento só se tornará viável se a OAS souber quanto terá de investir e se os prazos exigidos pela Fifa forem cumpridos.
"Para sediar a Copa de 2014, é preciso apresentar o contrato assinado até o dia 15 de janeiro."
Antonini lembrou ainda que a área no Humaitá, escolhida para a construção da Arena, foi sugerida ao Grêmio pela Prefeitura.
"Com o projeto, haverá uma diminuição do atual fluxo de veículos e de pessoas na Azenha."
O dirigente gremista também afirmou que as lojas projetadas para o novo empreendimento serão abertas para a rua, mantendo as atuais características do bairro. Informou ainda que Grêmio e OAS assinaram nesta sexta-feira o projeto da nova Arena, o que elimina qualquer dúvida sobre a opção do clube pela construção de um novo estádio ou, ao invés da reforma do Olímpico.
"Por isso, é importante viabilizá-lo financeiramente."
- Compensações
Para o líder do PT, vereador Carlos Comassetto, é possível viabilizar a aprovação do projeto e a estratégia para que Porto Alegre sedie os jogos da Copa do Mundo de 2014. Ele ponderou, no entanto, que o projeto do Executivo chegou à Câmara no dia 3 de novembro, precisando ainda ser melhor discutido.
"A polêmica estabelecida pelo debate impõe cautela. É preciso avaliar os impactos sobre a mobilidade urbana e a infra-estrutura existente no Bairro, a partir das modificações propostas."
O vereador Adeli Sell (PT) sugeriu que seja elaborada uma carta-compromisso elencando as mitigações e compensações para os impactos que o empreendimento deverá causar para a região.
"Sei que esse tipo de proposta não é comum, mas nos ajudaria bastante para chegarmos a um acordo."
Segundo Comassetto, há mais facilidades para se discutir os índices construtivos do Humaitá do que os do Bairro Azenha.
"Além de medidas mitigadoras para os impactos, são necessárias medidas compensatórias."
O vereador apontou ainda possível contradição entre o índice de ocupação de 90% do território, apresentado no projeto, e as áreas verdes projetadas na planta.
"O empreendimento deixou de ter característica mista (residencial e comercial)."
O secretário José Fortunati afirmou que o Executivo não abre mão de medidas mitigadoras para diminuir os impactos causados pelo empreendimento, mas destacou a importância dos projetos que viabilizam os jogos da Copa 2014 na Capital.
Segundo Fortunati, o Executivo buscou uma fórmula em que o Poder Público viabilize os empreendimentos sem a necessidade de aporte de recursos públicos. O secretário ressaltou, no entanto, que é impossível "fatiar" o projeto, pois os estudos sobre as duas áreas (Humaitá e Azenha) foram feitos em conjunto.
"O Executivo apresentou projeto diferente do original, baixando índices construtivos e volumetria inicialmente propostos. O acordo a que chegamos com os empreendedores é razoável."
- Índices
As medidas mitigadoras, segundo ele, só serão apresentadas em uma segunda etapa, com o licenciamento ambiental.
"Agora, estamos discutindo índice construtivo e volumetria. A altura das construções definida pelo Plano Diretor não é um dogma a ser seguido, apenas uma referência. Os 72 metros propostos são adequados, segundo os técnicos da Prefeitura."
Fortunati assegurou que a Concepa terá obrigação em fazer a ligação da Freeway com o acesso à Arena.
A representante da construtora da OAS, Marilu Maraschin, disse que o empreendimento envolve área total de 8,4 hectares e destacou que houve redução de 42 mil metros destinados a lojas, no projeto original, para 2 mil metros no projeto do Executivo.
"A área residencial aumentou 95%."
Da mesma forma, segundo ela, houve redução de 240 mil metros quadrados para 160 mil metros quadrados da área computável, mas esse medida pode dobrar com a inclusão de áreas não adensáveis e estacionamentos.
"Está prevista ainda uma área de convivência correspondente a 20% da área total."
Os técnicos da Prefeitura também explicaram que a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apontou a necessidade de realizar a duplicação das Avenidas Azenha e José de Alencar e o alargamento da Rua Gastão Mazeron, no Bbairro Azenha.
Os vereadores petistas, no entanto, consideraram inviável a duplicação da Azenha pela retirada da calçada que divide a avenida. Como alternativa, os técnicos da Prefeitura propõem a inserção, no PDDUA, de um binário na Rua Florianópolis.
Fonte: Final Sports
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Arena Começará a Ser Construída Em Seis Meses e Deve Ficar Pronta Em 2012
Em seis meses, um canteiro de obras com pelo menos 1,5 mil operários estará instalado no bairro Humaitá, zona norte da Capital, para iniciar a construção da arena do Grêmio. A previsão foi feita ontem por Louzival Mascarenhas Júnior, diretor comercial da OAS, após a cerimônia de assinatura do contrato para a execução do projeto.
A previsão é de que a arena esteja erguida dentro de 30 meses. Se o cronograma for cumprido à risca, o Grêmio terá trocado de casa no primeiro semestre de 2012. A arena será construída sobre um terreno de 30 hectares, adquirido pela OAS por R$ 53 milhões. Como parte do negócio, o Olímpico, inaugurado em 1954, será demolido para que a construtora instale em seu lugar um conjunto de prédios residenciais e comerciais.
Aprovada ontem na Câmara de Vereadores, a Secretaria Extraordinária da Copa 2014 (Secopa), terá papel decisivo para que a arena saia do papel. Ela será coordenada por José Fortunatti, que deixa a secretaria municipal de Planejamento para dedicar-se exclusivamente ao projeto que fará de Porto Alegre uma das cidades-sede do Mundial. A arena receberá a mesma atenção que será dada ao plano de remodelação do Beira-Rio, estádio já previamente escolhido para sediar jogos da Copa.
Paulo Odone homenageou o vice Eduardo Antonini
Conselheiro do Grêmio, Fortunatti, que vestia ontem uma camisa alusiva à Copa de 2014, explica que o passo seguinte à assinatura do contrato é o licenciamento da obra. Na seqüência, virá o estudo de viabilidade urbanística, que inclui questões como o impacto ambiental da obra no local de sua construção. Após ser concluído, o estudo precisará ser aprovado pelo Conselho do Plano Diretor.
– Não há um prazo definido para a realização dessas etapas. Tentaremos agilizar ao máximo. Trata-se de um grande empreendimento para a cidade – afirma Fortunatti.
A assinatura, seguida por brindes de champanha, lotou a sala da presidência. O presidente Paulo Odone chegou a desculpar-se pelo fato de a sala ser “acanhada”. Além de conselheiros, dirigentes e representantes da OAS,compareceram o prefeito José Fogaça, o presidente da Assembléia Alceu Moreira e o presidente da Câmara de Vereadores, Sebastião Melo.
Em seu discurso, utilizado também como uma pré-despedida do cargo, que passa segunda-feira a Duda Kroeff, Odone homenageou o vice de plajenamento Eduardo Antonini. Há três anos envolvido com o projeto da arena, Antonini ficou fora da Grêmio Empreendimentos.
– Talvez ninguém tenha contribuído tanto para este projeto quanto ele. A torcida deve a ele o reconhecimento público – disse Odone, provocando o aplauso dos presentes ao ex-vice.
– Foi um grande dia. No fundo, o que fica de bom é a própria arena e a aprovação da torcida ao meu nome – afirmou Antonini.
Fonte: ClicRBS
A previsão é de que a arena esteja erguida dentro de 30 meses. Se o cronograma for cumprido à risca, o Grêmio terá trocado de casa no primeiro semestre de 2012. A arena será construída sobre um terreno de 30 hectares, adquirido pela OAS por R$ 53 milhões. Como parte do negócio, o Olímpico, inaugurado em 1954, será demolido para que a construtora instale em seu lugar um conjunto de prédios residenciais e comerciais.
Aprovada ontem na Câmara de Vereadores, a Secretaria Extraordinária da Copa 2014 (Secopa), terá papel decisivo para que a arena saia do papel. Ela será coordenada por José Fortunatti, que deixa a secretaria municipal de Planejamento para dedicar-se exclusivamente ao projeto que fará de Porto Alegre uma das cidades-sede do Mundial. A arena receberá a mesma atenção que será dada ao plano de remodelação do Beira-Rio, estádio já previamente escolhido para sediar jogos da Copa.
Paulo Odone homenageou o vice Eduardo Antonini
Conselheiro do Grêmio, Fortunatti, que vestia ontem uma camisa alusiva à Copa de 2014, explica que o passo seguinte à assinatura do contrato é o licenciamento da obra. Na seqüência, virá o estudo de viabilidade urbanística, que inclui questões como o impacto ambiental da obra no local de sua construção. Após ser concluído, o estudo precisará ser aprovado pelo Conselho do Plano Diretor.
– Não há um prazo definido para a realização dessas etapas. Tentaremos agilizar ao máximo. Trata-se de um grande empreendimento para a cidade – afirma Fortunatti.
A assinatura, seguida por brindes de champanha, lotou a sala da presidência. O presidente Paulo Odone chegou a desculpar-se pelo fato de a sala ser “acanhada”. Além de conselheiros, dirigentes e representantes da OAS,compareceram o prefeito José Fogaça, o presidente da Assembléia Alceu Moreira e o presidente da Câmara de Vereadores, Sebastião Melo.
Em seu discurso, utilizado também como uma pré-despedida do cargo, que passa segunda-feira a Duda Kroeff, Odone homenageou o vice de plajenamento Eduardo Antonini. Há três anos envolvido com o projeto da arena, Antonini ficou fora da Grêmio Empreendimentos.
– Talvez ninguém tenha contribuído tanto para este projeto quanto ele. A torcida deve a ele o reconhecimento público – disse Odone, provocando o aplauso dos presentes ao ex-vice.
– Foi um grande dia. No fundo, o que fica de bom é a própria arena e a aprovação da torcida ao meu nome – afirmou Antonini.
Fonte: ClicRBS
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Grêmio Assina Com OAS Projeto Para Construção Da Arena
Pontualmente às 15h desta sexta-feira, foi assinado no gabinete da presidência do Grêmio, o contrato de construção da Arena.
Estiveram presentes o presidente da Assembléia Legislativa, Alceu Moreira, o presidente da Câmara de Vereadores, Sebastião Melo, o diretor comercial da construtora OAS, Loucival Mascarenhas Júnior, e o secretário municipal de Planejamento e futuro secretário extraordinário da Copa do Mundo, José Fortunati, além de importantes dirigentes do Grêmio, como o presidente Paulo Odone, o presidente eleito Duda Kroeff e o presidente do Conselho Deliberativo, Raul Régis de Freitas Lima, além do prefeito José Fogaça.
Em seu pronunciamento, o presidente Paulo Odone fez menção ao seu vice de planejamento, Eduardo Antonini.
— Talvez ninguém tenha contribuído tanto para este projeto quanto ele. Nós te devemos este reconhecimento público da torcida do Grêmio — afirmou Odone, sob aplausos.
Antonini não faz mais parte da comissão que toca o projeto, mas participou da cerimônia nesta tarde.
O prefeito José Fogaça citou audácia da direção gremista:
— É um projeto ambicioso, mas que atende ao sonho do povo tricolor — afirmou Fogaça, saudando o momento histórico na vida do Grêmio.
Após a cerimônia, os presentes brindaram com espumante.
Fonte: ClicRBS
Estiveram presentes o presidente da Assembléia Legislativa, Alceu Moreira, o presidente da Câmara de Vereadores, Sebastião Melo, o diretor comercial da construtora OAS, Loucival Mascarenhas Júnior, e o secretário municipal de Planejamento e futuro secretário extraordinário da Copa do Mundo, José Fortunati, além de importantes dirigentes do Grêmio, como o presidente Paulo Odone, o presidente eleito Duda Kroeff e o presidente do Conselho Deliberativo, Raul Régis de Freitas Lima, além do prefeito José Fogaça.
Em seu pronunciamento, o presidente Paulo Odone fez menção ao seu vice de planejamento, Eduardo Antonini.
— Talvez ninguém tenha contribuído tanto para este projeto quanto ele. Nós te devemos este reconhecimento público da torcida do Grêmio — afirmou Odone, sob aplausos.
Antonini não faz mais parte da comissão que toca o projeto, mas participou da cerimônia nesta tarde.
O prefeito José Fogaça citou audácia da direção gremista:
— É um projeto ambicioso, mas que atende ao sonho do povo tricolor — afirmou Fogaça, saudando o momento histórico na vida do Grêmio.
Após a cerimônia, os presentes brindaram com espumante.
Fonte: ClicRBS
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Contrato Com a OAS Será Assinado Nesta Sexta-Feira
O contrato entre o Grêmio e a empresa OAS, que fará a construção da Arena do Grêmio, será assinado na tarde desta sexta-feira, às 14h.
Depois de serem realizadas algumas ressalvas, que foram feitas pelas comissões na reunião do Conselho Deliberativo na última terça-feira, o contrato será firmado com a empresa responsável pela obra.
O Grêmio fez sua parte e depois de passar pela aprovação do Conselho Deliberativo, agora fica na expectativa da aprovação da Arena na Câmara de Vereadores.
Fonte: Grêmio.NET
Depois de serem realizadas algumas ressalvas, que foram feitas pelas comissões na reunião do Conselho Deliberativo na última terça-feira, o contrato será firmado com a empresa responsável pela obra.
O Grêmio fez sua parte e depois de passar pela aprovação do Conselho Deliberativo, agora fica na expectativa da aprovação da Arena na Câmara de Vereadores.
Fonte: Grêmio.NET
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Esclarecimento Na Questão Dos Sócios
Após todas as MENTIRAS que foram ditas a respeito do direito dos sócios na Arena (de que estes não seriam mantidos) acho uma boa o pessoal ouvir a entrevista do Antonini no programa Show dos Esportes de ontem (17/12/2008).
A entrevista é rápida e esclarece muita coisa.
Para ouví-la, clique aqui.
A entrevista é rápida e esclarece muita coisa.
Para ouví-la, clique aqui.
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Antonini
Reunião Busca Acertar Ajustes Para Assinatura Do Contrato Da Arena
Apesar da promessa, não existe ainda a garantia de que ocorra amanhã a assinatura de contrato entre o Grêmio e a OAS para a construção da arena do clube. Uma reunião marcada para hoje, no Olímpico, discutirá a viabilidade de que sejam cumpridos todos os ajustes contratuais recomendados pelas sete comissões criadas pelo Conselho Deliberativo.
O ponto que mais preocupa é a desoneração do Olímpico dentro de três anos, período previsto para a conclusão da obra. Por desoneração, entende-se a quitação de todas as dívidas de penhora que pendem sobre o estádio. Esta é uma exigência feita pela OAS para sacramentar o contrato.
Caso as penhoras não sejam quitadas, a construtora ficará com toda a receita de televisão que venha a ser obtida pelo clube. As penhoras, estimadas entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, são relativas basicamente a débitos fiscais e com o condomínio de credores.
Uma das alternativas, caso não sejam levantadas em três anos, é transferi-las para as áreas do Cristal ou de Eldorado do Sul. Ou, até mesmo, para o próprio terreno da arena, no bairro Humaitá. Da reunião, participarão os integrantes do atual e futuro Conselho de Administração do clube e os membros da Grêmio Empreendimentos, indicados na tumultuada reunião de terça-feira à noite.
Caso haja consenso na reunião do Olímpico, a Navarro e Marzagão Advogados Associados, escritório de São Paulo contratado pelo Grêmio para ajustar detalhes do contrato do clube com a OAS, poderá incluir ainda hoje novas cláusulas no contrato — que seria assinado amanhã, em solenidade no Estádio Olímpico.
Este será o último ato do vice de planejamento do Grêmio, Eduardo Antonini. Responsável pelo projeto da Arena, ele foi excluído da seqüência do processo pelos grupos políticos que apoiam o novo presidente do clube, Duda Kroeff.
— Só falta mesmo assinar o contrato, a nossa parceria com a OAS para a construção da arena está praticamente formalizada — disse o presidente do Conselho Deliberativo do Grêmio, Raul Régis de Freitas Lima.
Oito questões do novo estádio
1 - A arena do Grêmio vai sair?
Sim, desde que o contrato do Grêmio com a OAS seja assinado. As exigências são as seguintes: 1) Que a Câmara de Vereadores aprove os índices de construção (o tema está na pauta de hoje da Câmara); 2) Que o BNDES aprove o financiamento de R$ 140 milhões (em nome da OAS). Além disso, há um seguro contratado, com o Banco Santander, de 20% do valor total da construção da arena (R$ 340 milhões), caso a OAS não conclua a obra, para que ela prossiga.
2 - Quais os próximos passos do projeto arena?
Após a assinatura, o clube tem até 15 de janeiro para entregar todos os documentos ao comitê da prefeitura de Porto Alegre para a Copa de 2014. Em seguida, a OAS deverá comprar os terrenos onde será erguida a arena e busca o licenciamento ambiental junto à Fepam. A obra irá de janeiro de 2010 a janeiro de 2012.
3 - O que é G-6 e GE?
O G-6 reúne os grupos políticos Grêmio Unido, Grêmio Imortal, Grêmio Menino Deus, Núcleo das Mulheres Gremistas, Grêmio Sempre e Grêmio Acima de Tudo, que apoiaram Duda Kroeff a presidente. A Grêmio Empreendimentos (GE) irá supervisionar a execução da obra pela OAS e cumprimento do contrato.
4 - Qual é o impasse com a assinatura da arena?
O projeto foi analisado por sete comissões criadas pelo clube para análise do documento. Restam apenas ajustes a serem feitos com a OAS até amanhã. Por exemplo, um prazo maior para que o clube levante penhoras em algumas áreas do Olímpico, que será da OAS assim que a arena estiver pronta.
5 - A Grêmio Empreendimentos pode perder força. Por quê?
Perde a importância, mas não a necessidade de existir. Após a obra concluída, formará com a OAS um novo comitê, com cinco membros, para gerenciar o estádio. A GE terá dois indicados e a OAS, três. Apesar de estar em minoria, o Grêmio terá poder de veto em questões relevantes para a Arena.
6 - Como é o contrato de parceria?
O Grêmio fica no Olímpico enquanto a Arena estiver em construção. Após, a OAS recebe o Olímpico. Nos primeiros sete anos na Arena, 100% dos lucros serão do Grêmio, que ainda receberá um bônus de R$ 7 milhões ao ano. A partir do oitavo ano de utilização da arena, o Grêmio ficará com 65% do lucro e a OAS, com 35%. Além disso, o clube receberá um bônus de R$ 14 milhões ao ano. Será assim até a arena completar 20 anos. Depois disso, o estádio será todo do clube, encerrando a parceria com a OAS.
7 - Como ficam os sócios com cadeiras perpétuas e com títulos patrimoniais?
Os 162 sócios que estão nesta situação terão todos os seus direitos mantidos no novo estádio. O Grêmio reembolsará a OAS nos 35% de cada ingresso que a empresa terá direito na divisão do lucro da arena para bancar estes associados.
8 - Por que o Grêmio tem urgência em aprovar a arena?
Para se credenciar a ser sede da Copa de 2014 em Porto Alegre. É exigência da CBF que todas as cidades postulantes a receberem o Mundial entreguem os projetos até 15 de janeiro. Assim, o Grêmio poderá obter 25% de isenção fiscal, junto à prefeitura, ao governo do Estado e ao Governo Federal, além de verbas federais para obras de infra-estrutura no entorno da arena. Calcula-se R$ 160 milhões em 40 anos de isenções fiscais, além de R$ 80 milhões de isenção durante a construção do estádio.
Fonte: ClicRBS
O ponto que mais preocupa é a desoneração do Olímpico dentro de três anos, período previsto para a conclusão da obra. Por desoneração, entende-se a quitação de todas as dívidas de penhora que pendem sobre o estádio. Esta é uma exigência feita pela OAS para sacramentar o contrato.
Caso as penhoras não sejam quitadas, a construtora ficará com toda a receita de televisão que venha a ser obtida pelo clube. As penhoras, estimadas entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, são relativas basicamente a débitos fiscais e com o condomínio de credores.
Uma das alternativas, caso não sejam levantadas em três anos, é transferi-las para as áreas do Cristal ou de Eldorado do Sul. Ou, até mesmo, para o próprio terreno da arena, no bairro Humaitá. Da reunião, participarão os integrantes do atual e futuro Conselho de Administração do clube e os membros da Grêmio Empreendimentos, indicados na tumultuada reunião de terça-feira à noite.
Caso haja consenso na reunião do Olímpico, a Navarro e Marzagão Advogados Associados, escritório de São Paulo contratado pelo Grêmio para ajustar detalhes do contrato do clube com a OAS, poderá incluir ainda hoje novas cláusulas no contrato — que seria assinado amanhã, em solenidade no Estádio Olímpico.
Este será o último ato do vice de planejamento do Grêmio, Eduardo Antonini. Responsável pelo projeto da Arena, ele foi excluído da seqüência do processo pelos grupos políticos que apoiam o novo presidente do clube, Duda Kroeff.
— Só falta mesmo assinar o contrato, a nossa parceria com a OAS para a construção da arena está praticamente formalizada — disse o presidente do Conselho Deliberativo do Grêmio, Raul Régis de Freitas Lima.
Oito questões do novo estádio
1 - A arena do Grêmio vai sair?
Sim, desde que o contrato do Grêmio com a OAS seja assinado. As exigências são as seguintes: 1) Que a Câmara de Vereadores aprove os índices de construção (o tema está na pauta de hoje da Câmara); 2) Que o BNDES aprove o financiamento de R$ 140 milhões (em nome da OAS). Além disso, há um seguro contratado, com o Banco Santander, de 20% do valor total da construção da arena (R$ 340 milhões), caso a OAS não conclua a obra, para que ela prossiga.
2 - Quais os próximos passos do projeto arena?
Após a assinatura, o clube tem até 15 de janeiro para entregar todos os documentos ao comitê da prefeitura de Porto Alegre para a Copa de 2014. Em seguida, a OAS deverá comprar os terrenos onde será erguida a arena e busca o licenciamento ambiental junto à Fepam. A obra irá de janeiro de 2010 a janeiro de 2012.
3 - O que é G-6 e GE?
O G-6 reúne os grupos políticos Grêmio Unido, Grêmio Imortal, Grêmio Menino Deus, Núcleo das Mulheres Gremistas, Grêmio Sempre e Grêmio Acima de Tudo, que apoiaram Duda Kroeff a presidente. A Grêmio Empreendimentos (GE) irá supervisionar a execução da obra pela OAS e cumprimento do contrato.
4 - Qual é o impasse com a assinatura da arena?
O projeto foi analisado por sete comissões criadas pelo clube para análise do documento. Restam apenas ajustes a serem feitos com a OAS até amanhã. Por exemplo, um prazo maior para que o clube levante penhoras em algumas áreas do Olímpico, que será da OAS assim que a arena estiver pronta.
5 - A Grêmio Empreendimentos pode perder força. Por quê?
Perde a importância, mas não a necessidade de existir. Após a obra concluída, formará com a OAS um novo comitê, com cinco membros, para gerenciar o estádio. A GE terá dois indicados e a OAS, três. Apesar de estar em minoria, o Grêmio terá poder de veto em questões relevantes para a Arena.
6 - Como é o contrato de parceria?
O Grêmio fica no Olímpico enquanto a Arena estiver em construção. Após, a OAS recebe o Olímpico. Nos primeiros sete anos na Arena, 100% dos lucros serão do Grêmio, que ainda receberá um bônus de R$ 7 milhões ao ano. A partir do oitavo ano de utilização da arena, o Grêmio ficará com 65% do lucro e a OAS, com 35%. Além disso, o clube receberá um bônus de R$ 14 milhões ao ano. Será assim até a arena completar 20 anos. Depois disso, o estádio será todo do clube, encerrando a parceria com a OAS.
7 - Como ficam os sócios com cadeiras perpétuas e com títulos patrimoniais?
Os 162 sócios que estão nesta situação terão todos os seus direitos mantidos no novo estádio. O Grêmio reembolsará a OAS nos 35% de cada ingresso que a empresa terá direito na divisão do lucro da arena para bancar estes associados.
8 - Por que o Grêmio tem urgência em aprovar a arena?
Para se credenciar a ser sede da Copa de 2014 em Porto Alegre. É exigência da CBF que todas as cidades postulantes a receberem o Mundial entreguem os projetos até 15 de janeiro. Assim, o Grêmio poderá obter 25% de isenção fiscal, junto à prefeitura, ao governo do Estado e ao Governo Federal, além de verbas federais para obras de infra-estrutura no entorno da arena. Calcula-se R$ 160 milhões em 40 anos de isenções fiscais, além de R$ 80 milhões de isenção durante a construção do estádio.
Fonte: ClicRBS
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Antonini Prevê Que Arena Fará Do Grêmio o Clube Mais Poderoso Do Brasil
O Grêmio será o clube mais poderoso do Brasil em, no máximo, cinco anos. A projeção foi feita nesta quarta-feira pelo vice-presidente Eduardo Antonini, um dia depois da reunião dentro do Conselho Deliberativo do clube que aprovou o contrato com a OAS para a construção da Arena.
– O projeto Arena é um projeto grandioso. Agora não tem mais volta. Temos todas as garantias que a Arena será erguida. Nas estimativas que nós temos, o Grêmio irá saltar dos R$ 8 milhões por ano que recebe no Olímpico para R$ 40 milhões anuais. A Arena vai multiplicar por quatro ou cinco vezes o que o Grêmio arrecada com o estádio. Daqui a quatro ou cinco anos, o Grêmio será o clube mais poderoso do Brasil. Em 2012 estaremos de casa nova – garante o conselheiro, que é engenheiro e tem mestrado em gestão.
Além de representar um estádio mais moderno, a Arena irá garantir receitas ordinárias ao clube. Nos primeiros anos € 6 milhões por temporada mais todo o lucro do empreendimento. E nos últimos 13 anos, de um contrato de 20, mais € 14 milhões por ano.
Antes do debate que seria travado no Conselho Deliberativo nesta terça-feira, circularam pela internet textos que causaram pânico nos gremistas, dizendo que o Projeto Arena não valorizava os sócios do clube.
– Quem falou isto está faltando com a verdade. Ficou muito claro na reunião no Conselho Deliberativo. A diretoria sempre respeitou os torcedores. Apostamos nos sócios. Os direitos dos associados serão todos mantidos na Arena – afirma Antonini.
Próximo passo da Arena
Depois de aprovado no conselho gremista, o contrato com a OAS será assinado na sexta-feira. Depois disto, o clube vai entrar no "Projeto Copa do Mundo 2014", para ganhar incentivos fiscais e verba do Governo Federal para a estrutura em volta do estádio.
Depois disto, a OAS irá comprar o terreno e apresentar o projeto assinado para o BNDES, banco que pretende ceder o financiamento à construtora.
– Ao longo de todo este processo serão feitos na prefeitura todos os licenciamentos que precisamos. Enfim, todas as aprovações para o projeto. Como já foi criada a Secreataria para a Copa do Mundo, tudo deve ser muito rápido. Até o final de 2009, com certeza, a obra já terá sido iniciada, com prazo de dois anos, no máximo dois anos e meio, para ser concluída – projeta Eduardo Antonini.
Grêmio Empreendimentos
Mesmo satisfeito pela aprovação do projeto, Antonini deixou a reunião no Conselho Deliberativo chateado por ter sido limado da Grêmio Empreendimentos. A exclusão foi por exigência de grupos que ajudaram na campanha que elegeu Duda Kroeff à presidência do clube.
– Nunca ouvi uma boa explicação para a minha saída. O máximo que ouvi é que eu era um cara chato. Os principais dirigentes queriam a minha presença na Grêmio Empreendimentos. Quem não quis foi alguma pessoa que manda mais que o presidente. Infelizmente, o presidente Duda Kroeff, que é uma excelente pessoa, não manda no Grêmio – dispara Eduardo Antonini.
Fonte: ClicRBS
– O projeto Arena é um projeto grandioso. Agora não tem mais volta. Temos todas as garantias que a Arena será erguida. Nas estimativas que nós temos, o Grêmio irá saltar dos R$ 8 milhões por ano que recebe no Olímpico para R$ 40 milhões anuais. A Arena vai multiplicar por quatro ou cinco vezes o que o Grêmio arrecada com o estádio. Daqui a quatro ou cinco anos, o Grêmio será o clube mais poderoso do Brasil. Em 2012 estaremos de casa nova – garante o conselheiro, que é engenheiro e tem mestrado em gestão.
Além de representar um estádio mais moderno, a Arena irá garantir receitas ordinárias ao clube. Nos primeiros anos € 6 milhões por temporada mais todo o lucro do empreendimento. E nos últimos 13 anos, de um contrato de 20, mais € 14 milhões por ano.
Antes do debate que seria travado no Conselho Deliberativo nesta terça-feira, circularam pela internet textos que causaram pânico nos gremistas, dizendo que o Projeto Arena não valorizava os sócios do clube.
– Quem falou isto está faltando com a verdade. Ficou muito claro na reunião no Conselho Deliberativo. A diretoria sempre respeitou os torcedores. Apostamos nos sócios. Os direitos dos associados serão todos mantidos na Arena – afirma Antonini.
Próximo passo da Arena
Depois de aprovado no conselho gremista, o contrato com a OAS será assinado na sexta-feira. Depois disto, o clube vai entrar no "Projeto Copa do Mundo 2014", para ganhar incentivos fiscais e verba do Governo Federal para a estrutura em volta do estádio.
Depois disto, a OAS irá comprar o terreno e apresentar o projeto assinado para o BNDES, banco que pretende ceder o financiamento à construtora.
– Ao longo de todo este processo serão feitos na prefeitura todos os licenciamentos que precisamos. Enfim, todas as aprovações para o projeto. Como já foi criada a Secreataria para a Copa do Mundo, tudo deve ser muito rápido. Até o final de 2009, com certeza, a obra já terá sido iniciada, com prazo de dois anos, no máximo dois anos e meio, para ser concluída – projeta Eduardo Antonini.
Grêmio Empreendimentos
Mesmo satisfeito pela aprovação do projeto, Antonini deixou a reunião no Conselho Deliberativo chateado por ter sido limado da Grêmio Empreendimentos. A exclusão foi por exigência de grupos que ajudaram na campanha que elegeu Duda Kroeff à presidência do clube.
– Nunca ouvi uma boa explicação para a minha saída. O máximo que ouvi é que eu era um cara chato. Os principais dirigentes queriam a minha presença na Grêmio Empreendimentos. Quem não quis foi alguma pessoa que manda mais que o presidente. Infelizmente, o presidente Duda Kroeff, que é uma excelente pessoa, não manda no Grêmio – dispara Eduardo Antonini.
Fonte: ClicRBS
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